quinta-feira, 8 de março de 2012

Parceria entre Terra Verdi - Café Orgânico e Fazenda Terra Nova

A parceria entre o Terra Verdi - Café Orgânico e Fazenda Terra Nova, iniciada no início de 2012 já está andando de vento em popa e promete dar bons frutos!

O produtor de café orgânico Egon Bertolaccini de Londrina esteve na última semana visitando o Terra Verdi - Café Orgânico onde pode verificar pessoalmente o local de torrefação do café orgânico que produz em São Jerônimo da Serra, no Norte do PR.

A Fazenda Terra Nova, se localiza no zona limítrofe da produção comercial de café no estado do PR e tem uma longa história e experiências acumuladas nos últimos anos. Egon Bertolaccini assumiu a produção de café orgânico e de qualidade na fazenda da sua família e tem participado de concursos de café no Brasil inteiro, buscando a excelência na qualidade dos grãos que produz na Fazenda Terra Nova.

Além da visita à torrefação e cafeteria Terra Verdi, tive o prazer de acompanhá-lo até a cafeteria orgânica Arte Verde, do Sr. Mario Sato, no Mercado Municipal de Orgânicos de Curitiba, onde pudemos degustar os cafés orgânicos da Fazenda Terra Nova, torrados no Terra Verdi - Café Orgânico.

Como sempre a simpatia do Sr. Mario combinou com a qualidade do café do Norte do PR, e não resistimos e tomamos mais de uma xícara, saindo de lá com alto teor de cafeína orgânica no organismo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

UFC promove feira de produtos orgânicos

Frutas, hortaliças e plantas ornamentais estão à venda todas as quartas-feiras na feira orgânica da UFC

FOTO: ANDRÉ SALGADO
Espaço da feira é utilizado nas aulas práticas do curso de agronomia

A Universidade Federal do Ceará (UFC) promove a feira de produtos orgânicos dentro da “Horta Didática”, espaço utilizado nas aulas práticas do curso de Agronomia. Toda quarta-feira, das 8 às 11 horas, parte da produção resultante da horta universitária estará à venda para a comunidade acadêmica e externa. A feira teve início ontem, sendo organizada pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Floricultura (Ceflor) do Departamento de Fitotecnia da UFC.

No local, estão expostas hortaliças, frutas e plantas ornamentais. De acordo com Narciso Mota, funcionário da horta há 20 anos, a feira é resultado das atividades práticas de horticultura. “A gente está mobilizando a comunidade em troca de doações para a manutenção dos equipamentos. É um experimento que vai não só desenvolver o cultivo de alimentos como inserir mais pessoas nessa atividade”, aponta.

Segundo Valdemar Martins, pesquisador do curso de Agronomia, o consumo de hortaliças entre a população cearense ainda é tímido. “No Ceará, as pessoas comem muita carne e não têm o hábito de comer folhas e raízes. Elas têm que começar a variar seu cardápio e diminuir o risco de derrame e infarto com uma alimentação mais saudável”, afirma. Ela explica que as hortaliças são alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais.

Conforme Martins, a horta universitária tenta produzir de forma orgânica a maior quantidade possível de alimentos. “São selecionadas sementes com grande potencial de produção e adaptáveis à região, não necessitando do uso de defensivos químicos para se desenvolver bem”, explica o pesquisador.

Além disso, são utilizados defensivos e adubos naturais. No entanto, o pesquisador alerta que nem sempre é possível evitar o uso de defensivos químicos, pois existem culturas mais sensíveis a pragas e doenças. “Se usar com racionalidade não é tão nocivo. Aplicar com as dosagens e as carências exigidas”, explica.

Vanderlúcia Rodrigues, engenheira agrônoma, faz pesquisas na horta e ajuda na organização da feira. Ela conta que um dos processos de adubamento das plantas é feito a partir da comida excedente do restaurante universitário. A inspiração é o bokashi, uma técnica milenar chinesa que utiliza farelo de trigo e de soja. “A gente trouxe para nossa realidade e substituiu por arroz e feijão, que são fontes de proteína e de carboidrato”, diz a engenheira agrônoma.

ENTENDA A NOTÍCIA

Os alimentos são feitos a partir de adubos e defensivos naturais, sem a presença de produtos químicos. Um exemplo é a técnica “bocashi” que visa o reaproveitamento de restos de comida do restaurante universitário

Serviço

Feira da Horta Didática da Universidade Federal do Ceará

Quando: todas as quartas-feiras, das 8 às 11 horas.

Onde: Horta Didática do Departamento de Fitotecnia da UFC, no Bloco 805 do Campus do Pici

Endereço: avenida Mister Hull, 2.977, Pici

Mais informações: Telefone: 3366 9661
Email: ceflorufc@hotmail.com

FONTE: http://www.opovo.com.br/app/opovo/fortaleza/2012/03/01/noticiasjornalfortaleza,2793267/ufc-promove-feira-de-produtos-organicos.shtml em 01/03/2012

COMENTÁRIO: Parabéns a iniciativa da Universidade Federal do Ceará, que através deste projeto e de pessoas envolvidas e comprometidas com a questão servem de exemplo para replicação e potencialização em várias partes do Brasil!
Eu creio que o mais importante neste projeto é a estreita relação entre os atores da parte produtiva com a parte consumidora. Essa estreita relação não é somente comercial, mas tem um grau maior de comprometimento de ambas partes no processo que assegura a continuidade do mesmo! Sucesso a todos do projeto...

Setor de cosméticos orgânicos cresce e se abre para negócios


A Beraca envolve as comunidades ribeirinhas na extração de matéria-prima para a indústria cosmética. Ao todo, trabalha com 1.500 pessoas desses locais. Foto: Divulgação

A Beraca envolve as comunidades ribeirinhas na extração de matéria-prima para a indústria cosmética. Ao todo, trabalha com 1.500 pessoas desses locais



A indústria de cosméticos brasileira é sólida e uma das que possui maior destaque no setor de beleza mundial. De acordo com o ranking de 2010 do Euromonitor Internacional, o País ocupa o terceiro lugar no mercado mundial de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. E, agora, um dos nichos que vem ganhando destaque é o de cosméticos orgânicos, obtidos a partir de ativos vegetais. Segundo o mesmo centro de pesquisas, estima-se que em 2012 o segmento cresça 7,4% no Brasil.

Por isso, não é difícil imaginar que fornecer insumos vegetais seja um bom negócio. A Beraca, empresa que por meio da divisão Health & Personal Care extrai esses ativos de biomas nacionais, obteve um crescimento entre 20% e 30% nos últimos cinco anos nessa divisão. A empresa como um todo aumentou o faturamento em 15% no mesmo período.

Mais do que o ativo vegetal, é valorizado o fornecedor que adota práticas sustentáveis em toda a cadeia. Ou seja, atua de forma a não agredir o meio ambiente e preocupa-se em desenvolver as comunidades locais onde estão as matérias-primas, preservando a biodiversidade e impulsionando o desenvolvimento social.

"Trabalhamos com cerca de 1,5 mil pessoas, que vivem em comunidades ribeirinhas ao redor da Floresta Amazônica e da Mata Atlântica", afirma Filipe Sabará, diretor de novos negócios da Beraca. A empresa treina a comunidade local para extrair matéria-prima de forma correta e, então, por meio de tecnologia, chega aos princípios ativos que interessam à indústria de cosméticos. "Antes, essas pessoas queimavam e cortavam as árvores para vender aos madeireiros. Agora, perceberam que podem ganhar dinheiro e também proteger a floresta", diz Sabará.

O aumento da demanda pelos chamados "cosméticos verdes" decorre da percepção de que eles proporcionam saúde melhor e aumento do bem-estar. "Os consumidores começaram a associar problemas de pele, nas unhas e cabelos aos cosméticos sintéticos. O orgânico passa a sensação de não agredir o corpo", esclarece o executivo da Beraca. Além disso, segundo ele, a conscientização de que é preciso proteger a natureza ajuda a explicar o consumo desses produtos.

Produto sustentável
De acordo com Alessandro Mendes, diretor de Desenvolvimento de Embalagens e Produtos da Natura, 80% das matérias-primas usadas em cosméticos da empresa são de origem vegetal e sustentáveis. O restante é composto por ativos sintéticos. "Esse tipo de cosmético já é uma tendência há dez anos", diz ele.

Para Mendes, nem sempre a premissa de que o insumo vegetal traz mais benefícios à saúde é verdadeira, mas ele garante que em 100% dos casos há maior preocupação ambiental quando comparado aos sintéticos - extraídos do petróleo, por exemplo.

A Natura desenvolve muitos ativos em seus laboratórios, mas também conta com fornecedores locais - a maioria de pequeno e médio porte. A empresa adota uma política de uso da biodiversidade nacional, que também deve ser seguida por seus parceiros. Entre as premissas estão desenvolver as comunidades locais, adotar práticas de repartição de benefícios com essas comunidades e preservar o meio ambiente.

Desafios do setor
Segundo o executivo da Natura, existe espaço para novos fornecedores de ativos vegetais para a indústria cosmética. Porém, faltam empresas com tecnologia suficiente para atender à demanda. "Não é tão simples transformar uma folha em um princípio ativo. É preciso conhecimento em várias áreas. Agronomia é um delas. É preciso saber a hora certa de plantar, colher", explica.

Um movimento que tem acontecido, afirma Mendes, é o de empresas estrangeiras que vêm ao Brasil, retiram essa matéria-prima, usam a tecnologia dos seus países de origem e revendem para companhias de cosméticos nacionais.

Filipe Sabará, da Beraca, diz que o principal desafio é o alto investimento exigido. Outro ponto é a necessidade de garantia de qualidade para atingir o nível determinado pelas indústrias. "O produto vegetal varia mais do que o sintético. Garantir padrão presume tecnologia", afirma.

O diretor também explica que a empresa compra toda a safra antes mesmo de vender, o que diminui a margem de lucros. "Por outro lado, atuamos em um mercado de nicho, onde o consumidor final é mais fiel, até por questões de filosofia", esclarece.
Cross Content
Especial para o Terra

FONTE: http://invertia.terra.com.br/empreendedor/noticias/0,,OI5638187-EI19590,00.html

quinta-feira, 1 de março de 2012

Fiquem de olho!!! - Transgênicos que não estão no rótulo

Proteste encontra ingredientes modificados em 23 produtos, mas apenas seis traziam essa informação na embalagem

RIO — Se os alimentos transgênicos são um assunto polêmico na área médica — até hoje não há um estudo definitivo sobre os benefícios ou prejuízos que eles podem causar à saúde —, na área da defesa do consumidor não existe dúvida: a legislação brasileira determina, por meio do decreto 4.680/2003, que qualquer produto que contenha mais que 1% dessa matéria-prima traga essa informação na embalagem. Entretanto, um levantamento inédito realizado pela Proteste — Associação Brasileira de Defesa do Consumidor revela que a maioria dos fabricantes, mesmo os que cumprem a lei, não imprime nos rótulos o selo que indica a utilização dos chamados Organismos Geneticamente Modificados (OGMs). O consumidor, em geral, compra um produto sem saber o que está levando para casa.

Foram avaliados em laboratório 44 produtos industrializados. O objetivo foi verificar se continham soja ou milho transgênicos em sua composição, bem como a quantidade destes. A Proteste também checou se os fabricantes divulgam essa informação nos rótulos. Em primeiro lugar, foram avaliadas as embalagens de todos os itens para ver quais traziam o símbolo de transgênico. Apenas seis continham tal informação: os biscoitos de milho Fofura, Yokitos, Doritos e Cheetos, e os complementos à base de cereais Maizena, Cremogema e Yoki Cremokrem Tradicional. O resultado foi considerado preocupante pela coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci:

— Acho muito pouco, e esse resultado indica que não está havendo fiscalização. É mais preocupante porque o decreto (que estabeleceu a obrigatoriedade da informação sobre uso de matéria-prima transgênica nas embalagens) foi amplamente discutido com os fabricantes — afirma Maria Inês.

Todas as embalagens deveriam ter a informação correta

A segunda fase do teste visou a detectar a presença de soja ou milho transgênicos nos alimentos, e o resultado foi positivo para 23 amostras. Em seguida, foi realizada a quantificação do ingrediente geneticamente modificado nesses produtos. Nove não puderam ser quantificados, pois os teores de ingredientes alterados eram inferiores ao limite de detecção do método utilizado na testagem. De acordo com a Proteste, oito produtos apresentavam mais de 2% de transgênicos em sua composição e deveriam trazer essa informação no rótulo, o que, no entanto, não foi feito pelos fabricantes do biscoito à base de milho Fandangos e dos complementos de cereais Carrefour, Qualitá e Bom Preço. Os demais produtos testados continham menos de 1%.

“Os 23 produtos à base de soja e milho transgênicos encontrados neste teste deveriam trazer a informação em seus rótulos, e não somente os seis que constatamos”, argumenta a Proteste. Para a entidade, todos os fabricantes, independentemente da quantidade de ingredientes transgênicos utilizados, deveriam colocar essa informação à disposição do consumidor.

— É importante que o consumidor possa escolher o que vai comprar, essa informação é um direito dele. Até mesmo as empresas que estão de acordo com a legislação não estão cumprindo o direito do consumidor. E o direito à informação é o ponto alto do Código de Defesa do Consumidor — ressalta Maria Inês Dolci.

Embora não existam estudos conclusivos sobre o efeito dos transgênicos no corpo humano, ter o direito de escolher entre um alimento que utiliza ingredientes geneticamente modificados e um que não tem esse tipo de matéria-prima pode fazer diferença no dia a dia, segundo o endocrinologista Rodrigo Siqueira, médico e professor de pós-graduação da Santa Casa do Rio de Janeiro.

— Ter nos rótulos dos produtos essa informação sobre os transgênicos é importante, sim. Ainda não há um grande estudo sobre benefícios ou prejuízos do uso desses alimentos para a saúde humana. No entanto, há relatos de problemas alérgicos relacionados aos transgênicos. Houve o caso de um tipo de milho liberado para consumo animal que provocou alergia em pessoas que se alimentaram com a carne — explica o médico.

Os resultados das análises foram encaminhados pela Proteste ao Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, já que alguns fabricantes não cumpriram a determinação do decreto 4.680. A entidade também enviou o levantamento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para que esta fiscalize as empresas que não seguem a legislação.

— Não somos contra a modificação genética de alimentos, mas entendemos que os transgênicos devem passar por uma rigorosa e contínua avaliação de risco, garantindo a segurança da saúde humana, animal e ambiental. Além disso, os pedidos de aprovação de novos cultivos devem ser revistos com mais frequência — afirma a coordenadora da Proteste.

Carrefour diz que deixará de vender produtos transgênicos

Em nota, o Carrefour informou que ao longo de 2012 sua linha de itens marca própria será adaptada às diretrizes de qualidade do grupo, “que determina a não utilização de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) na composição de seus produtos.”

A marca Qualitá, do Grupo Pão de Açúcar, informou que “já providenciou a alteração da informação nas embalagens de amido de milho, sendo que esta informação já consta nos novos lotes de produtos”. A empresa destacou ainda que “trabalha de acordo com a legislação e mantém rigoroso padrão de qualidade dos itens comercializados em suas lojas”. Sobre a análise da Proteste, o grupo informou que não iria se manifestar, “pois desconhece a realização do teste, critérios adotados e metodologia”.

Empresas afirmam cumprir exigências da legislação

A Bimbo do Brasil, responsável pelas marcas Pullman e Nutrella, afirmou em comunicado “que atua em consonância com as determinações legais exigidas pela regulamentação brasileira de pesos e medidas em relação à rotulagem de seus produtos”. A empresa também reiterou seu “compromisso em atender cada vez melhor seus consumidores e clientes, com produtos de alta qualidade”. A Bimbo ressaltou que “ainda que não teve acesso ao estudo conduzido pelo Proteste”.

Com relação às análises realizadas nos produtos Neston 3 Cereais, Sollys, barra de cereal Nestlé sabor banana com chocolate e cereais matinais Nescau e Snow Flakes, a Nestlé afirmou em comunicado que “os resultados apresentados demonstram o compromisso da empresa no fiel atendimento da legislação brasileira, em especial o decreto 4.680/2003, que regulamenta a rotulagem de produtos com ingredientes transgênicos. Tal legislação é clara ao estabelecer que tão somente os produtos que contenham ou sejam produzidos com mais de 1% de organismos geneticamente modificados devem ser identificados com o símbolo de transgenia, o que não é o caso de quaisquer dos produtos Nestlé testados.”

Já a BRF Brasil Foods, responsável pelas marcas Sadia e Perdigão, informou que “os resultados da análise realizada pela Proteste atestam que a empresa cumpre rigorosamente a legislação vigente”.

As demais empresas citadas no teste não se manifestaram sobre os resultados.

FONTE: http://oglobo.globo.com/economia/transgenicos-que-nao-estao-no-rotulo-4097516

COMENTÁRIO: Não é possível que estes produtos estejam sendo fiscalizados... Produtos que utilizam transgênicos na sua composição devem ter a marca do T amarelo no seu rótulo... Se o consumidor quiser consumir transgênicos ou não, ele deve saber o que está levando para casa!!! Fiquem de olho!!!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Fiquem de olho no suco de laranja!!! Olhem só: Suco de laranja brasileiro detido nos Estados Unidos após resultado positivo de presença de carbendazim

FOTO: mundodastribos.com

Oficiais de segurança alimentar dos Estados Unidos (FDA) negaram a entrada de 11 navios carregados com suco e concentrado de laranja após identificação de carbendazim nas amostras coletadas. Desses navios, cinco eram de produtos fabricados no Brasil.

O carbendazim é um fungicida utilizado controversamente para controlar doenças vegetais em cereais e frutas, incluindo cítricos. O produto é comumente utilizado nos cultivos de laranja no Brasil. Estudos descobriram que altas doses de carbendazim causam infertilidade a animais de laboratório. O fungicida foi incluído em uma proposta de banimento de biocida pela Agência Química Sueca. Nos Estados Unidos o limite permitido da substância é 10 ppb.

Uma proposta da US Juice Products Association (JPA) solicita o aumento do limite permitido e a diferenciação entre os sucos prontos para beber e os sucos concentrados. No caso dos concentrados, a JPA sugere um aumento para 60 ppb (6 vezes mais). Os cinco navios brasileiros detidos estavam carregados com suco congelado concentrado e nenhuma das amostras ultrapassou o limite de 60 ppb.

FONTE: Foodqualitynews.com

COMENTÁRIO: O engraçado é que querem aumentar o limite permitido para 6 vezse mais.. Porque não trabalham para reduzir o limite permitido dando a possibilidade para a população consumir um suco de laranja com menos contaminante?

E o pior.. Para onde vocês acham que eles vão mandar este suco de laranja? Será que voltará ao Brasil? Se voltar será descartado ou será vendido no mercado nacional? Fiquem de olho no suco de laranja....